ACADEMIA IPUENSE

ACADEMIA IPUENSE

sábado, 23 de janeiro de 2010

AILCA (4 anos) - Nova Diretoria janeiro 2010

ACADEMIA IPUENSE SOLENIZA QUATRO ANOS, EMPOSSA ACADÊMICOS E ESCOLHE NOVA DIRETORIA

>Ailca
O presidente Manuel Evander Uchoa Lopes presidiu, na noite de sexta-feira (15), no auditório da Bio Extratus, no Ipu, a última solenidade de posse de sete acadêmicos e, no sábado (16), a assembleia de eleição da nova Diretoria da Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes, para o biênio 2010/2011. A AILCA conta agora com 38 imortais com o compromisso solene de movimentar, preservar, cultivar e desenvolver a literatura, as ciências e as artes, bem como a produção literária, científica e artística no município que forneceu, gratuitamente, o ar às suas primeiras respirações. Leia +

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Livro didático - Queda nas vendas

Novas regras ortográficas derrubam mercado de livros usados em BH

Portal UAI - Estado de Minas - 20/01/2010 - Tetê Monteiro - O tradicional mercado de livros didáticos usados em Belo Horizonte perdeu fôlego este ano. As quedas nas vendas chegam a 40% em algumas livrarias da capital. O principal motivo para a baixa, de acordo com os lojistas, é a adequação das editoras à reforma ortográfica instituída em 2008 no país e com prazo de transição até 2012. Com isso, as escolas passaram a exigir edições mais atualizadas – o que significa que o segmento de livro didático usado continuará em queda até a completa implementação das novas regras. “As vendas caíram muito. Aqui na Livraria Ouvidor, chegam a 40%”, afirma o supervisor Bruno Ferreira. A livraria, localizada na Galeria do Ouvidor, no Centro de BH, um dos pontos de referência para quem quer comprar, trocar ou vender livros usados, está há 40 anos no mercado.

via AMIGOS DO LIVRO

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

A Saga do Sabugo - Olívio Martins - AFAI - LV - comentário

Data: 18/01/2010
Nome: OLÍVIO MARTINS DE SOUZA TORRES
E-mail: oliviomst@yahoo.com.br
Assunto: Sabugo versus cansanção

Os confrades da AILCA Airton e Ricardo são entusiastas do cordel e, dentre os cultivadores dessa arte, destaca-se a poeta Dalinha Catunda, nossa vizinha de Ipueiras. Muito bom o cordel de Dalinha sobre o sabugo e sua utilidade, no passado, como precursor do papel de embrulho, do jornal e, nos nossos dias, do papel higiênico. Mas, na ausência do sabugo no mato, utilizavam-se também folhas de árvores e de arbustos. Dramático, porém, era quando o cabra, por engano, utilizava a cansanção, pulando a seguir que nem cabrito para aliviar a dor. RECORDAR É VIVER.
Cordialmente,
Olívio

CORDEL - A SAGA DO SABUGO - Dalinha Catunda

COMENTÁRIO

Por Airton Soares

A escritora Dalinha Catunda, em seu cordel A SAGA DO SABUGO, consegue penetrar na medula da nossa intimidade fisiológica com muito humor, mas sem quaisquer resquícios de chuleza aparente.

De início, nossa atenção se volta para o título. Por dois motivos: primeiro, pelo o emprego da figura de linguagem aliteração e segundo, porque as palavras SAGA e SABUGO nos remetem à ideia de magnitude e pequenez respectivamente. É a opulência de “SAGA” contrastando com este secular refugo que se torna 'magno' diante uma “precisão”.

Dalinha, evidencia mais uma vez sua ousadia, desta feita ao narrar a história do indispensável, simples, sem escolha... sabugo. O mais utilizado, senão o único `ILB' (Instrumento Limpatício Bundal. ) de que se tem notícia.

(...)
“Quem é que vai recusar,
De com ele se limpar
Se não há escolha afinal?”

E, para as gentes chiques, modernosas e com boca de espanto, a cordelista de Ipueiras, sapeca estes versos, cortando-lhes as `asas' ao dizer, com propriedade, que o sabugo já limpara a bunda da alta sociedade:

“Não fiquem de boca aberta.
Nem pensem que é novidade.
Ele já foi muito apreciado,
Nos campos e na cidade.
Passou na bunda de gente
Que se dizia bem decente,
E de uma alta sociedade.”

E por fim, a poetisa diz que o sabugo nos “tempos idos era tido / como a melhor solução” pois “ele limpa, coça e penteia” e quem hoje o sabugo renega “já teve ele nas prega” E desabafa com Ele: Meu Deus! Que ingratidão.

* Visite o Cantinho da Dalinha!

* Sugue e sorva o que há de melhor da Cultura Nordestina!

* Sabuque-se do excesso desta higiênica “selva de pedras”!

Acesse o lingue e leia o cordel na íntegra:

http://cantinhodadalinha.blogspot.com/2010/01/saga-do-sabugo.html

Novos acadêmicos - 15 de janeiro de 2010

Data: 18/01/2010
Nome: HENRIQUE AUGUSTO PEREIRA PONTES - GUTO PONTES
E-mail: guto@secrel.com.br
Assunto: AILCA

Parabenizamos e aplaudimos os novos Acadêmicos da AILCA que tomaram posse na última sexta-feira em IPU. Também, à nova diretoria da AILCA e ao confrade Valdemir Mourão pela iniciativa e disposição de liderar um grupo composto por excelentes irmãos ipuenses, cheios de talento e capacidade de trabalho pela nossa terra.

Grande abraço e boa sorte a todos!

fonte: AFAI - LV

domingo, 17 de janeiro de 2010

Exposição de pinturas e lançamento de livros em ipu







EXPOSIÇÃO DE PINTURAS E
LANÇAMENTO DE LIVROS NO IPU


Nos três últimos dias dos festejos dedicados a São Sebastião, padroeiro do Ipu, a "Livraria Companhia do Livro" participou culturalmente da festa do mártir santo, promovendo uma exposição de pinturas "Lembranças" de Percília Laís Mourão, ipuense que viveu no Ipu nos tempos áureos, radicada no Rio de Janeiro. Os quadros da Laís são reminiscências da sua infância e juventude na bela terra de Iracema.

A Laís mostrou, a muitos visitantes da exposição, quadros do Grêmio, da Estação, do Escondido, do Alto da Coruja e do Bonito, entre outros locais que ela viveu.


MUNDO FORA DE ESQUADRO
Outro evento cultural da "Livraria Companhia do Livro" foi os lançamentos dos livros "O Mundo Fora de Esquadro," de autoria do ipuense Airton Soares, radicado em Fortaleza; "Praticando Redação," do professor Valdemir Mourão, acadêmico da ACLP e da AILCA; e "A comunidade, a cultura e o turismo", da turismóloga Lorena Cláudia Vieira, de Fortaleza.

Tanto a exposição de pinturas como os lançamentos dos livros foram bastante concorridos, principalmente na tarde do dia 20, sábado. A "Livraria Companhia do Livro" é estabelecida à Rua Padre Mororó, 808, em Ipu, atrás do Ginásio Coberto.

jpMourão - Ipu/Fortaleza, CE

AILCA - Acadêmicos

AILCA – ACADEMIA IPUENSE DE LETRAS, CIÊNCIAS E ARTES - ACADÊMICOS

Relação dos Acadêmicos Correspondente
s:
1. Frei Aquino Rodrigues Torres - RN
2. Francisco Ivanir de Araújo Corrêa - Natal
3. Maria de Lourdes Aragão Catunda - Rio de Janeiro


ACADÊMICOS por CADEIRA

Cadeira nº1. MANUEL EVANDER UCHÔA LOPES
Rua Silva Paulet, 299 – Apto. 1101 – Meireles
60.120-020 – Fortaleza – CE
Fones: (85) 3248.0369 e (85) 9994.7355
Patrono: FRANCISCO EDIBERTO UCHÔA LOPES

Cadeira nº2. SEBASTIÃO VALDEMIR MOURÃO
Rua Antônio Bento, 988 – Itaperi
60.741-590 – Fortaleza – CE
Fones: (85) 3081.8188 - (85) 9191.0194 – (88) 9931.3868

Cadeira nº3. FRANCISCO MARTINS DE SOUZA TORRES
Rua Israel Bezerra, 383 – Apto. 1300 – Dionísio Torres
60.135-460 – Fortaleza – CE
Fones: (85) 3272.7661 e (88)9971.3222 e (88) 9627.9867
Patrono: MONSENHOR GONÇALO DE OLIVEIRA LIMA
Antecessor: MONSENHOR FRANCISCO FERREIRA DE MORAES

Cadeira nº4. FRANCISCO LUCIANO DE PAIVA
Caixa Postal dos Correios nº 96 – Sítio Gameleira
62.250-000 – Ipu – CE
Fone: (85) 9988.0978 - (88) 3683.6018
Patrono: DELMIRO AUGUSTO DA CRUZ GOUVEIA

Cadeira nº5. FRANCISCO LUCIANO MARROCOS ARAGÃO
Rua Osvaldo Cruz, 2335 – Dionísio Torres
60.125-151 – Fortaleza – CE
Fone: (85) 3261.7528
Patrono: ARCHIMEDES MEMÓRIA

Cadeira nº6. MARIA DO CARMO CAVALCANTE ARAGÃO MAGALHÃES
Rua Cel. Felix, 1275 – Centro
62.250-000 – Ipu – CE
Fone: (88) 3683.1213 - (88) 9971.1313 - (85) 3472.5452
E-mail:
Patrono: ANTÔNIO CARVALHO MARTINS

Cadeira nº7. THOMAZ DE ARAÚJO CORRÊA
Av. Vereador Francisco das Chagas Farias, 1338 – Centro
62.250 – 000 – Ipu – CE
Fone: (88) 3683.1120 - (88) 3683.2324
E-mail:
Patrono: THOMAZ DE AQUINO CORRÊA

Cadeira nº8. OLÍVIO MARTINS DE SOUZA TORRES
Rua Israel Bezerra, 383 – Apto. 700 – Dionísio Torres
60.135-460 – Fortaleza – CE
Fones: (85) 3272.3565 - (85) 9608.745
Patronesse: MARIA DA CONCEIÇÃO ASSIS

Cadeira nº9. TOBIAS MARQUES SAMPAIO
Rua Doutor Atualpa, 508 – Bairro Ellery
60.321-070 – Fortaleza – CE
Fones: (85) 3283.3760 - (85) 8898.3760
Patrono: MOACIR ALVES TIMBÓ

Cadeira nº10. ANTÔNIO CARLOS DE MARTINS MELO
Rua Silva Jatay, 724 – Apto. 100 – Meireles
60.165-070 – Fortaleza – CE
Fones: (85) 9983.3661
Patronesse: ANA MAGALHÃES MARTINS MELO

Cadeira nº11. Patrono: FRANCISCO MAGALHÃES MARTINS
CLÁUDIO CÉSAR MAGALHÃES MARTINS
Rua Vicente Linhares, 1301 – Apto. 602 – Aldeota
60.135-270 – Fortaleza – CE
Fones: (85) 3264.4237 e (85) 9101.4245
Patrono: FRANCISCO MAGALHÃES MARTINS

Cadeira nº12. ABÍLIO LOURENÇO MARTINS
Rua José Vilar, 430 - Apto. 1001 - Meireles
60.125-000 – Fortaleza –CE
Fones: (85) 3224.9407 e (85) 8833.4990
Patrono: ABÍLIO MARTINS

Cadeira nº13. MARIA DAS GRAÇAS AIRES MARTINS
Rua Padre Feitosa, 389 – Reino do França
62.250-000 – Ipu – CE
Fones (88) 3683.2377 e (88) 9968.3427
Patrono: GERARDO AIRES DE SOUSA

Cadeira nº14. NATÁLIA MARIA VIANA SOARES LOPES
Rua Da. Maria Corrêa, 1114 – Praça São Sebastião
62.250-000 – Ipu – CE
Fones: (88) 3683.3317 - (88) 9971.3366
Patronesse: MARIA DE LOURDES MAGALHÃES XIMENES

Cadeira nº15. FRANCISCO DE ASSIS MARTINS
Travessa Ibiapaba, 860 – Reino do França
62.250-000 – Ipu – CE
Fones: (88) 3683.2439 - (88) 9954.4287
Patrono: JOÃO ANASTÁCIO MARTINS

Cadeira nº16. MARIA DA CONCEIÇÃO VIANA
Rua Da. Maria Corrêa, 1236 – Praça São Sebastião
62.250-000 – Ipu – CE
Fone: (88) 9969.3194.
Patronesse: ERNESTINA DA NATIVIDADE MAGALHÃES

Cadeira nº17. ANA LUCILA AIRES MARTINS
Rua Tertuliano Potiguara, 100 – Apto. - Aldeota
60.135-280 – Fortaleza - CE
Fones: (85) 3246.1396 - (85) 9999.5939
Patronesse: MARIA VALDEREZ SOARES DE PAIVA

Cadeira nº18 - JOÃO PEREIRA MOURÃO

Rua Liberato Barroso, 307 – Sala, 225

Edifício Triunfo, Centro

60030-901 – Fortaleza, CE

Fones: (85) 3226-0909 e 8822-9494

E-mail 1: jpmourao@jpmourao.com.br

E-mail 2: jpmourao.imoveis@jpmourao.com.br

Páginas na WEB:

Blog - http://blogdojpmourao.blogspot.com/

Sítios - http://www.jpmourao.com.br/
http://www.jpmourao.cim.br/
http://www.jpmourao.net/

Patrono: JOSÉ ITAMAR MOURÃO



Cadeira nº19. FRANCISCA AYLA OLIVEIRA COSTA
Rua Francisco Holanda, 1001 – Apto. 300 – Dionísio Torres
60.130-040 – Fortaleza – CE
Fone: (85) 3257.6761 e (85) 9986.7092
Patrono: GONÇALO PEREIRA DE FARIAS

Cadeira n 20. MARIA DE LOURDES DIAS LEITE BARBOSA
Rua Bento Albuquerque, 399 – Apto.702 – Cocó
60.190-080 – Fortaleza – CE
Fones: (85) 3262.0882 - (85) 9199.7518
Patrono: ADERSON MAGALHÃES

Cadeira nº21. ANTÔNIO VAGNER MARTINS DE PAIVA
Rua Eng. Plácido Coelho Junior., 111 – Papicu
60.175-635 – Fortaleza – CE
Fones: (85) 3249.2264 e (85) 9991.9034
E-mail:
Patrono: ABDORAL TIMBÓ

Cadeira nº22. JOÃO MARTINS DE SOUZA TORRES
Rua Prof. Sólon Farias, 1122 – Água Fria
60.833-510 – Fortaleza –CE
Fones: (85) 3239.0950 - (85) 9989.0064
Patrono: AMADEU FURTADO

Cadeira nº23. JOSÉ JÚLIO MARTINS TORRES
Av. Padre Antônio Tomás, 630 – Apto.201 – Aldeota
60.140 – 160 – Fortaleza – CE
Fones: (85) 3261.7143 e ( 85 ) 8864.2107
Patrono: FRANCISCO DAS CHAGAS TORRES

Cadeira nº24. MARIA VANDA TORQUATO SCORSAFAVA
Rua Osvaldo Araújo, 3016 – Dionísio Torres
60.125 – 151 – Fortaleza – CE
Fone: ( 85 ) 3272.6440 - ( 85 ) 9994.1390
Patronesse: MARIA VALDEMIRA COELHO MELO

Cadeira nº25. MARIA JOSÉ TAUMATURGO FARIAS ARAGÃO
Rua Barbosa de Freitas, 1575 – Apto. 100 – Aldeota
60.170-020 – Fortaleza – CE
Fones: (85) 3261.3812 - (85) 9912.0765
E-mail:
Patrono: FÉLIX CORRÊA ARAGÃO

Cadeira nº26. MARIA DE JESUS LIMA
Rua João Brígido, 1206 – Aldeota
60135-080 – Fortaleza – CE
Fones: (85) 3246.3714 - (85) 3226.0909
Patrono: JOSÉ OSVALDO ARAÚJO

Cadeira nº27. HENRIQUE AUGUSTO PEREIRA PONTES
Rua Barbosa de Freitas, 2560 – Apto. 700 – Dionísio Torres
60.170-021 – Fortaleza –CE
Fones: (88) 9927.0035
Patrono: JOSÉ CECÍLIO DO VALE

Cadeira nº28. RICARDO MARTINS ARAGÃO
Avenida Tenente José Araújo, 2690 – Bairro Lagoa
62.250-000 – Ipu – CE
Fones: (88) 3683.2041 - (88) 9956.1516
Patrono: FRANCISCO ARAÚJO
Antecessor: ANTÔNIO TARCÍZIO ARAGÃO

Cadeira nº29. MARIA GRAZIELLA VALE EVANGELISTA
Avenida Edilson Brasil Soares, 1045 – Edson Queiroz
60.834-005 - Fortaleza – CE
Fones: (85) 3181.2202 - (85) 9985.7370
E-mail:
Patrono: JOSÉ AMAURI ARAGÃO ARAÚJO

Cadeira nº30. ALDÂNIA MARIA LIMA SOARES MATOS
Rua Padre Mororó, 1229 – Bairro Caixa D’Água
62.250-000 – Ipu – CE
Fones: (85) 3683.1627 e ( 85 ) 9901.1539
Patrono: THOMAZ CORRÉA ARAGÃO

Cadeira nº31. ROGEAN RODRIGUES NUNES
Av. Comendador Francisco De Francesco Di Ângelo, 1185
60.181-500 – Bairro Damas – Fortaleza – CE
Fones: (85) 3248.8195 – (85)8857.6700 – (85)3273.3333-W
Patrono: ANTÔNIO MARROCOS DE ARAÚJO

Cadeira nº32. MARCOS EVANGELISTA DE PAIVA
Rua Padre Correia, 1131 - Centro
62.250-000 – Ipu – CE
Fones: (88) 9921.4551
Patrono: MILTON DE SOUSA CARVALHO

Cadeira nº33. MARIA EUNICE MARTINS MELO ARAGÃO
Rua Padre Feitosa, 353 – Centro
62.250-000 – Ipu – CE
Fone: (88) 3683.1565
E-mail:
Patrono: ANTÔNIO MAGALÃES MARTINS

Cadeira nº34. JOSÉ SOLON SALES E SILVA
Rua Vilebaldo, Aguiar, nº1580 – Apto. 403
60.190-780 – Fortaleza – CE
Fones: (85) 3234.2338 - (85) 9159.5854
Patrono: CÔNEGO FRANCISCO JOSÉ ARAGÃO E SILVA



Cadeira nº35. Vaga
Rua
60.000-000
E-mail:
Patrono: ANTÔNIO AUGUSTO RODRIGUES DE MARROCOS

Cadeira nº36. ANTÔNIO IRAMAR MIRANDA BARROS
Avenida José Carvalho Aragão, 693 – Boa Vista
62.250-000 – Ipu _CE
Fone: (88) 9937.5512
Patrono: FRANCISCO DAS CHAGAS PAZ

Cadeira nº37. Vaga
Rua
60.000-000
Patrono: JOSÉ EUZÉBIO NÉRI DE SOUSA

Cadeira nº38. JOÃO TOMAZ LOURENÇO MARTINS
Rua Salvador Correia de Sá,1001 – Bl. 3 – Ap.102 – Água Fria
60.833-183 Fortaleza - CE
Fones: (85) 3278.2163 - (85) 8859.2163
Patrono: OSÉAS MARTINS

Cadeira nº39. KLAUDIANA VIANA TORRES
Av. Vereador Francisco Das Chagas Farias, 1228 - Centro
62.250-000 – Ipu – CE
Fones: (85) 3223.9809 - (88) 9951.7172 - (88) 3683.
Patrono: MANOEL BESSA GUIMARÃES

Cadeira nº40. JOSE AIRTON PEREIRA SOARES
Rua Pero Coelho, 86 – Centro
60140-100 – Fortaleza – CE
Fones: (85) 8837.7533
Patrono: JOANA DE PAULA VIEIRA MIMOSA

Joaquim Nabuco ( 1849 - 1910) Centenário de morte

Por Tito Costa


O dia 17 de janeiro deste ano de 2010 assinala os cem anos da morte de um dos brasileiros mais ilustres de toda a nossa História: Joaquim Nabuco, pernambucano, nascido em 1849 no Engenho Massangana, que se localiza no Município de Cabo de Santo Agostinho, a 48 quilômetros do Recife. Hoje a vila é conhecida como zona portuária de Suape, no litoral sul de Pernambuco. Talvez o maior destaque para sua biografia seja a sua luta em favor da abolição dos escravos, além de qualidades de um espírito privilegiadamente aberto como escritor, jornalista, diplomata (serviu o Brasil em Washington) e, principalmente, advogado que cursou as Faculdades de São Paulo (Arcadas de São Francisco) e do Recife.

Falava inglês e francês, com fluência, tendo utilizado esses conhecimentos lingüísticos para propagar sua idéias de liberdade em textos escritos e em palestras pelo mundo europeu e mesmo nos Estados Unidos. Conta-se que aos oito anos de idade presenciou situação inusitada e comovedora, marcando-o pela vida afora como incansável defensor da libertação dos escravos: um negro fugitivo de 18 anos de idade veio em sua direção, jogou-se aos seus pés implorando-lhe que pedisse à madrinha Ana Rosa Falcão de Carvalho para comprá-lo, livrando-o dos castigos de seu dono.

E assim o pequeno Quincas teve seu espírito duramente influenciado pela cena que o acompanhou e lhe inspirou a luta abolicionista. Seu livro mais importante "Minha Formação", que lí nos meus vinte anos e o releio agora com melhores condições para apreciar não só seu valor literário, como também e, principalmente, a mensagem e o testemunho de uma vida singular. Sabemos por informações da imprensa que se preparam grandes comemorações para o chamado Ano Nabuco com uma exposição que vai percorrer o Brasil passando, claro, por São Paulo, sob o título Joaquim Nabuco - Brasileiro, Cidadão do Mundo.

A Fundação que leva seu nome é a promotora de festividades e homenagens que se prestarão ao insigne filho do Brasil, que encantou o mundo de seu tempo e engrandeceu sua Terra. Em profusão significativa de cartas que escreveu durante toda a sua vida e que estão sendo editadas em livro, fixava seus escritos naquela que foi, em verdade, sua obsessão: a libertação dos cativos. Chegou mesmo a visitar, pessoalmente, o Papa Leão XIII, em Roma, pedindo sua ajuda para a grande causa. Leão XIII (período do papado 1878 - 1903), foi o papa da Enciclica Rerum Novarum, em favor da causa dos operários em todo o mundo, uma significativa manifestação da Igreja Católica sobre o importante tema, tão grato ao nosso presidente Lula.

Felizmente para nós, hoje, consumou-se o grande sonho de Nabuco: a libertação dos escravos. O 20 de novembro, dia da Consciência Negra aí está para, entre outros fatos, atestar essa purgação de uma Nação verdadeiramente livre e democrática como hoje é o Brasil.

Fonte: Jornal Em Rede

http://www.jornalemrede.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2927:joaquim-nabuco-100-anos&catid=45:blog-tito-costa&Itemid=57

domingo, 10 de janeiro de 2010

LIVRO - Resenha - Análise - Crítica

AUTOR - TÍTULO - MARCADORES - GÊNERO

André Rezende - Maça caramelada - INFÂNCIA, VELHICE, TEMPO, ANSIEDADE - peça

Música

Comedor de Gilete (pau-de-arara) - Vinicius de Moraes e Carlos Lyra

Pau-de-Arara - Símbolo da Migração

Música Comedor de Gilete (Pau-de-Arara) CLICAR

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10/01/2010 - 07h13 uol notícias

Em seis anos, mais de 400 mil nordestinos

voltaram para cidade de origem

Carlos Madeiro
Especial para o UOL Notícias
Em Maceió

Números apontam para uma inversão de sentido na rota dos nordestinos para o sul do país nos últimos anos. A professora do departamento de Economia da UFPB (Universidade Federal da Paraíba) Liedje Siqueira revela que a migração de retorno começou a existir em meados desta primeira década do século 21. Entre 2002 e 2007, os números mostram que mais de 400 mil voltaram para casa.
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Com frustração ou sucesso, nordestinos fazem caminho inverso e retornam

Os famosos paus-de-arara, que durante boa parte do século 20 foram o símbolo da migração nordestina para o "Sul", deram lugar aos ônibus que trazem os nordestinos de volta à terra natal. A esperança em ter uma vida melhor levou milhões deles a tentar a vida em outras regiões, em especial o Sudeste

"A migração de retorno para o Nordeste é um fenômeno relativamente novo. De fato, com base nos dados da Pnad [Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios] 2007, observa-se, por exemplo, que das 862 mil pessoas que vieram morar na região Nordeste, entre os anos de 2002 e 2007, aproximadamente 47,5% eram pessoas que estavam voltando aos seus locais de nascimento", contou.

Os dados revelam que o Estado de São Paulo, que sempre foi o maior receptor dos nordestinos, tornou-se hoje o maior "exportador" de volta dos mesmos - 61% dos que retornaram vieram de SP. "Por dois anos consecutivos, em 2006 e 2007, este Estado enviou mais pessoas a outros locais do que recebeu. Isto resultou em um saldo migratório negativo, entre os anos de 2002 e 2007, no valor de 135 mil pessoas. A maior parte é de nordestinos que perfizeram o caminho de volta."

Segundo a professora, a Pnad mostra que o retorno acontece, na maioria das vezes, por falta de oportunidade. "Cerca de 60% dos que retornaram eram do sexo masculino e aproximadamente 78% tinham menos de 49 anos. Estas informações mostram que eles estavam em plena capacidade produtiva de trabalho. Observou-se que somente 33,01% conseguiram um emprego formal. Outros 35% se encontravam em atividades consideradas autônomas", conta.

Programas sociais e esgotamento industrial
Para o professor de economia regional da Ufal (Universidade Federal de Alagoas), Cícero Péricles, alguns fatores regionais são determinantes nessa mudança de rota. "Os registros da migração coincidem com o esgotamento dos destinos tradicionais dos pobres do Nordeste: as fronteiras agrícolas, como na Amazônia e Centro-Oeste; com a perda de atração na construção civil do Sudeste e com o maior padrão de exigência no setor da indústria paulista, onde a mão-de-obra nordestina não encontra colocação. Outro elemento importante é que as condições sociais da região [Nordeste] melhoraram muito nos últimos anos", explica, ressaltando que o Nordeste cresce em ritmo mais acelerado do que nas demais regiões.

Para o economista, um dado importante que os números revelam é que mais da metade das famílias nordestinas pobres recebe algum benefício federal, seja do Bolsa Família ou da Previdência Social. "Isso é determinante na contenção da miséria. Das 14,5 milhões de famílias no Nordeste, sete milhões recebem da Previdência e 5,6 milhões recebem o Bolsa Família. O salário mínimo, forma de pagamento de dois terços dos assalariados na região, tem impactos no Nordeste maior do que em qualquer outra região. Como hoje existem alguns pólos de desenvolvimento econômico, junto com esse colchão social, as pessoas acabam apostando mais na vida por aqui", afirmou.

Péricles diz ainda que, nos últimos dez anos, as secas tiveram impactos minimizados pelas políticas públicas, o que fortaleceu o vínculo com a região. "Aí acontece outro fenômeno importante: o Nordeste se urbanizou e conta com 70% da população nas cidades. Hoje é mais comum a migração rural para as pequenas cidades, e daí para as grandes. O fenômeno que se percebe é que, ao invés de ir direto para São Paulo, ele tenta a vida numa capital nordestina", explicou o economista.

Comedor de Gilete (Pau-de-Arara

O retorno dos nordestinos CLICAR

Música:
COMEDOR DE GILETE (PAU-DE-ARARA)
Autor(es):
Carlos Lyra & Vinicius de Moraes
DO MUSICAL Pobre Menina Rica
de Carlos Lyra & Vinícius de Moraes
Música 7


(Cantado)Eu um dia cansado que tava da fome que eu tinha
Eu não tinha nada que fome que eu tinha
Que seca danada no meu Ceará
Eu peguei e juntei um restinho
De coisas que eu tinha
Duas calça velha e uma violinha
E num pau-de-arara toquei para cá
E de noite eu ficava na praia de Copacabana
Zanzando na praia de Copacabana
Cantando o xaxado pras moças olhar
Virgem Santa! Que a fome era tanta
Que nem voz eu tinha
Meu Deus quanta moça, que fome que eu tinha...
Zanzando na praia pra lá e pra cá

(Recitado)Foi aí então que eu arresolvi a comer gilete...Tinha um cumpadre meu lá de Quixeramubim que ganhou um dinheirão comendo gilete na praia de Copacabana. Eu não sei não, mas eu acho que ele comeu tanta, mas tanta, que quando eu cheguei lá aquela gente toda já estava até com indigestão de tanto ver o cabra comer gilete. Uma vez eu disse assim prum moço que vinha passando: Ô decente, vosmecê não deixa eu comer uma giletezinha pra vosmecê ver?
"Tu não te manca não, ô Pau-de-Arara?"
"Só uma, que eu ainda não comi nadinha hoje."
"Você enche, ein?"
Aquilo me deixou tão aperreado que se não fosse o amor que eu tinha na minha violinha, eu tinha rebentado ela na cabeça daquele...filho de uma égua!

(Cantado)Puxa vida, não tinha uma vida pior do que a minha
Que vida danada que fome que eu tinha
Mais fome que eu tinha no meu Ceará
Quando eu via toda aquela gente num come-que-come
Eu juro que tinha saudade da fome
Da fome que eu tinha no meu Ceará
E aí eu pegava e cantava e dançava o xaxado
E só conseguia porque no xaxado
A gente só pode mesmo se arrastar
Virgem Santa! A fome era tanta que mais parecia
Que mesmo xaxando meu corpo subia
Igual se tivesse querendo voar

(Recitado)Às vezes a fome era tanta que volta e meia a gente arrumava uma briguinha pra ver se pegava a bóia lá do xadrez. Êta quentinho bom no estômago! Com perdão da palavra, a gente devolvia tudo depois, que a bóia já vinha estragada. Mas enquanto ela ficava quietinha lá dentro, que felicidade! Não, mas agora as coisas tão melhorando. Tem uma dona lá no Lebron que gosta muito de ver é eu comer caco de “vrídrio”. Com isso eu já juntei uns quinhentos merréis. Quando juntar um pouco mais, vou-me embora, volto pro meu Ceará!

(Cantando)Vou voltar para o meu Ceará
Porque lá tenho nome
Aqui não sou nada, sou só Zé-com-fome
Sou só Pau-de-Arara, nem sei mais cantar
Vou picar minha mula
Vou antes que tudo rebente
Porque tô achando que o tempo tá quente
Pior do que anda não pode ficar!

sábado, 9 de janeiro de 2010

Joaquim nabuco - centenário de morte

O outono de Nabuco Troca de cartas com o confidente Graça Aranha na última década de vida mostra angústias e traços da vida privada do pensador, cuja morte completa 100 anos no dia 17

Acervo da Fundação Joaquim Nabuco

Graça Aranha, Joaquim Nabuco e Magalhães de Azeredo (a partir da esq.) em Roma, em 1904

FABIO VICTOR
DA REPORTAGEM LOCAL

De certas figuras públicas às vezes se esquece que viveram a vida banal cotidiana e tiveram suas debilidades e sensações triviais. Joaquim Nabuco, o abolicionista, político e diplomata cuja morte completa cem anos no dia 17, é um desses personagens que, por imensos, parecem intangíveis. Mas os arquivos volta e meia lembram que foram gente e desvelam-lhes as facetas humanas.

As mais recentes de Nabuco surgem da correspondência trocada com o escritor e diplomata Graça Aranha, objeto de uma pesquisa de cinco anos de Anco Márcio Tenório Vieira, professor de pós-graduação em Letras da Universidade Federal de Pernambuco, em fase de finalização e que deve ser publicada em livro neste ano.

Vieira mergulhou nos acervos da Fundaj (Fundação Joaquim Nabuco), no Recife, e da ABL (Academia Brasileira de Letras), no Rio, onde repousa o acervo de Graça Aranha.
Revolveu 290 cartas entre os dois e trouxe à superfície traços do Nabuco diplomata, liderando no fim do século 19 a (derrotada) disputa com a Inglaterra por terras na Guiana, mas vieram junto detalhes valiosos da vida privada do personagem.

O período da troca epistolar vai de 1899 a 1910, os últimos anos de vida de Nabuco. O outono do pensador pernambucano foi intenso. Começou com a redenção como homem público -ao ser nomeado para chefiar na Europa a missão da Guiana, após o ostracismo que se seguiu à recusa em aderir à República-, terminou com as queixas à saúde frágil e com o fracasso, sendo ele embaixador em Washington, para impor seu pan-americanismo ao governo brasileiro -que permaneceu mais alinhado à Europa.

Ao lado dos seus diários, publicados em 2005 em parceria entre editora Bem-Te-Vi e Fundaj, as cartas de Nabuco (há trechos destas repetidos naqueles) são o suprassumo de sua vivência cotidiana, recentemente explorada com esmero na biografia de Angela Alonso publicada em 2007 pela Companhia das Letras.

O trabalho da equipe de Anco Vieira -que inclui as pesquisadoras Virgínia Celeste Carvalho da Silva, Suelen Orling Machado e Yara Gonçalves Manolaque- agrega elementos importantes a este outro Nabuco.

Nivelado ao patamar coloquial, pouco lembra o intelectual de feitos heroicos e reconhecimento internacional. Capaz de dar uma carteirada num porto americano e divertir-se depois ao relatar o episódio a Aranha, numa das cartas pinçadas por Anco Vieira para a Folha.

Ou de fofocar, desdenhando de monstros sagrados da inteligência nacional: em carta de 12 de setembro de 1903, conta ao amigo que não leu e não gostou de "Os Sertões", de Euclydes da Cunha. "É um imenso cipoal; a pena do escritor parece-me mesmo um cipó dos mais rijos e dos mais enroscados. (...) De certo talento há nele, e muito, mas o talento quando não é acompanhado da ordem necessária para o desenvolver e apresentar, há alguma coisa em mim que me faz fugir dele."

À medida que a doença se aproxima (teve arteriosclerose e policitemia), queixa-se. Em 21 de novembro de 1906 escreve: "(...) Também não posso ler, porque os olhos logo se congestionam, nem escrever, porque o braço cansa logo e a mão se nega a segurar a pena".

Em outra carta, publicada na última edição da revista "Continente", reclama da surdez. "Estou talvez condenado a refugiar-me nas recordações; lá se foram os ouvidos para a música, o espírito, a convivência, o que já aumentou muito o papel da "Memória" [memorial sobre a disputa pelos limites da Guiana] na elaboração da felicidade que me é precisa para viver, e breve não poderei mais permitir-me a distração das dez horas de trabalho por dia."

É certo que o maior militante brasileiro do fim da escravidão teve correspondências mais ilustres, como as com Machado de Assis e Rui Barbosa, ambas já publicadas. Mas poucas foram tão extensas e íntimas como a com Graça Aranha, que, aos 30 anos, foi secretário de Nabuco na missão da Guiana.

"Graça Aranha tornou-se seu confidente e braço direito durante todo o processo da Guiana Inglesa e o último grande amigo na sua última década de vida. Foi a ponte entre a Geração de 1870 e a que vai sucedê-la, os intelectuais dos anos 1920. Em relação à primeira, ele era o mascote de um grupo que estava na faixa dos 50 anos; quanto à segunda, estava na posição oposta, de sênior", explica Anco Vieira.

Ano Joaquim Nabuco
Uma lei aprovada no ano passado no Congresso institui 2010 como Ano Nacional Joaquim Nabuco. Fundaj e ABL preparam uma série de atividades para marcar os cem anos da morte do abolicionista, a partir da data (dia 17), quando haverá uma missa na igreja da Candelária, no Rio. No dia seguinte, a ABL faz uma sessão especial.
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fonte: Jornal Folha de S. Paulo, 09/01/2010

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Centenário de morte de Joaquim Nabuco

17 de janeiro

100tenário de morte

Joaquim Nabuco

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.



Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo
Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo
Joaquim Nabuco, em 1902
Nascimento 19 de agosto de 1849
Recife
Morte 17 de janeiro de 1910
Washington

Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo (Recife, 19 de agosto de 1849Washington, 17 de janeiro de 1910) foi um brasileiro político, diplomata, historiador, jurista, jornalista e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras.

Foi um dos grandes diplomatas do Império, além de orador, poeta e memorialista. Além de "O Abolicionismo", "Minha Formação" figura como uma importante obra de memórias, onde se percebe o paradoxo de quem foi educado por uma família escravocrata, mas optou pela luta em favor dos escravos. Nabuco diz sentir "saudade do escravo" pela generosidade deles, num contraponto ao egoísmo do senhor. "A escravidão permanecerá por muito tempo como a característica nacional do Brasil", sentenciou.

Cquote1.svg O verdadeiro patriotismo é o que concilia a pátria com a humanidade.[1]

80 anos de João Cabral de Melo Neto

Sábado, dia 09

80 anos - João Cabral de Melo Neto

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


João Cabral de Melo Neto
João Cabral de Melo Neto
Estátua de João Cabral de Melo Neto no Recife
Nascimento 9 de Janeiro de 1920
Recife, Brasil
Morte 9 de Outubro de 1999 (79 anos)
Rio de Janeiro, Brasil
Nacionalidade Brasileiro Flag of Brazil.svg
Ocupação Poeta
Magnum opus Morte e vida severina
Influências Stéphane Mallarmé, Paul Valéry, literatura de cordel, Piet Mondrian, Marianne Moore, Le Corbusier, Charles Baudelaire
Influenciados Poesia concreta, Elizabeth Bishop, Régis Bonvicino, Carlito Azevedo, António Lobo Antunes

João Cabral de Mello Neto (9 de janeiro de 1920, Recife9 de outubro de 1999, Rio de Janeiro) foi um poeta e diplomata brasileiro. Sua obra poética, caracterizada pelo rigor estético, com poemas avessos a confessionalismos e marcados pelo uso de rimas toantes, inaugurou uma nova forma de fazer poesia no Brasil.

Irmão do historiador Evaldo Cabral de Melo e primo do poeta Manuel Bandeira e do sociólogo Gilberto Freyre, João Cabral foi amigo do pintor Juan Miró e do poeta Joan Brossa. Membro da Academia Pernambucana de Letras e da Academia Brasileira de Letras, foi agraciado com vários prêmios literários. Quando morreu, em 1999, especulava-se que era um forte candidato ao Prêmio Nobel de Literatura.[1]

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

AILCA EM-FORMA -05

AILCA EM-FORMA: Hoje tem tem espetáculo...? |||||| Nascimento de Waldemar Seyssel, - WS(1) mais conhecido como Arrelia, (Jaguariaíva, 31/12/1905 ) - foi um ator, humorista e palhaço brasileiro. Ele deixou como marca registrada na cidade de São Paulo o popular refrão "COMO VAI, COMO VAI, COMO VAI? EU VOU BEM, MUITO BEM... BEM... BEM!" → Texto adaptado da Wikipédia )