ACADEMIA IPUENSE

ACADEMIA IPUENSE

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Reunião AILCA - FORTALEZA - FEV 2011

AILCA - CNPJ: 09.585.623/0001-48.

Pauta da reunião de 12-fevereiro-2011

Local: ACADEMIA CEARENSE DE LETRAS – Rua do Rosário nº 1 - Fortaleza, Ceará

Horário: 10h - MOMENTO ADMINISTRATIVO:

  1. Leitura da ata da sessão anterior;

  2. Expediente;

  3. Comunicações dos membros da AILCA;

    1. Iº Festival Artístico-Cultural da AILCA;

    2. Folha Acadêmica;

    3. Publicação dos livros da AILCA;

    4. Matérias para a próxima FOLHA ACADÊMICA;

    5. Centavos para indicar membro que fez depósito;

    6. Venda da Agenda 2011 da Ailca;

    7. Galeria dos acadêmicos e Fardão das acadêmicas;

    8. Projeto história das escolas.



  1. ASSUNTOS DA ORDEM DO DIA:

    1. Votação para Acadêmicos correspondentes;

    2. Sugestão de assuntos para a próxima ordem do dia;

    3. Troféu Cultural Delmiro Gouveia.

    4. Palestra do acadêmico da cadeira nº 11 - Cláudio César Magalhães Martins: “A Crise Financeira Internacional e seus Impactos”.


Horário: 11h - MOMENTO CULTURAL


Datas comemorativas;

Aniversariantes dos meses de dezembro, janeiro e fevereiro;

Leitura de textos e declamações pelos acadêmicos e convidados.

Lanche

palavra do dia - DISSE ONÁRIO

CUMEEIRA

Esta semana o serviço Palavra do Dia prestará homenagem ao compositor, maestro, pianista e cantor Antônio Carlos Jobim, que completaria 84 anos no último dia 25 de janeiro.

Águas de Março, composta em 1972, é considerada por críticos e músicos uma das melhores canções brasileiras de todos os tempos. A gravação mais consagrada da canção é o dueto com Elis Regina lançado no LP Elis e Tom, de 1974. A terceira estrofe de Águas de Março começa com os seguintes versos: “É o vento ventando, é o fim da ladeira / É a viga, é o vão, festa da cumeeira”. Cumeeira é o nome que se dá ao topo do telhado das casas, onde as duas superfícies inclinadas feitas de telhas se encontram, formando uma aresta. A festa da cumeeira é um costume popular: quando chegam à fase final de uma construção, já com o telhado pronto, os peões, pedreiros e demais envolvidos na obra participam de uma comemoração. Normalmente, a festança envolve bebida e churrasco e é paga pelo dono do empreendimento.

No dicionário

(cu.me.ei.ra)

sf.

1. A parte mais alta de um telhado, onde se encontram as duas águas; CUMEADA

2. Pau comprido que corre ao longo da cumeeira (1), onde se apoiam os caibros das duas águas do telhado

3. A parte mais alta de um vagão ferroviário.

[F.: Rad. cume+ -eira.]

fonte: AULETE DIGITAL
= = = = =

sábado, 29 de janeiro de 2011

:::: DISSE ONÁRIO :::

CARPIDEIRA

Tema da semana: Tema livre.

Carpideira é a mulher que é paga para chorar em velórios. Em 2009, a carpideira Itha Rocha esteve no velório do deputado Clodovil Hernandes e foi entrevistada. Mesmo afirmando que naquela ocasião não estava trabalhando, falou um pouco sobre sua curiosa profissão: "As carpideiras são assim, não interessa se é da família, amigo, parente. O que interessa é o gesto humano. Demonstrar laços como se fôssemos parentes, irmãos".

No dicionário

(car.pi.dei.ra)

sf.

1. Mulher a quem se paga para chorar os mortos; CHORADEIRA; PRANTEADEIRA

2. Mulher que vive se lamentando ou chorando; CHORAMINGAS

3. Bras. Agr. O mesmo que capinadeira.

[F.: carpir + -deira.]

- - -

fonte: Caldas Aulete digital

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Ceia 30 anos

Queridos,

Estou reenviando o resumo da reunião e convidando para a próxima reunião na casa do Mourão agendada para o dia 05 de fevereiro conforme carta.
Peço que confirme o recebimento desse email
Abraços,

Marina Fernandes
(85) 8705 3887

Prezados escritores da Ceia Literária.
Bom dia.

Como havíamos combinado, houve ontem a primeira reunião da Ceia literária com a presença de: Valdemir Mourão, Ednardo Gadelha, Carlos Vazconcelos , Frede Prereira e eu Marina Fernandes que tenho o objetivo de manter todos informados sobre a pauta que discutimos acerca da revitalização do grupo na construção de uma coletânia especial para a comemoração dos 30 anos da Ceia Literaria.
Segue os pontos que foram registrados na reunião:

1- cada membro faz um relato de suas experiência na Ceia, de forma a agradar o leitor.

2- cada membro terá um numero de páginas para escrever suas produções textuais.

3- cada membro trará seu material de arquivo para selecionar-mos as imagens que vão compor a obra.

3- cada membro colabora com suas lembranças referentes à poetas e escritores que passaram como (serventes) pela Ceia Literária para que façamos um registro histórico, assim como registrar a repercussão na imprensa.

4- os depósitos para pagamento das paginas Coletanea serão feitos no ultimo dia util e cada mês: Janeiro, fevereiro e Março/2011.

Funções

Valdemir Mourão: Negociações e parte financeira.

Carlos Vazconcelos e Ednardo Gadelha: Diagramação. formatação e revisão Literária.

Marina Fernandes e Frede Pereira: Divulgação.

e todos os membros ficaram encarregados de colher material.

Informações sobre valores, favor ligar para Valdemir Mourão: (85) 9191 0194 e (88) 9931 3868.

A próxima reunião ficou agendada para 05 de fevereiro, pela manhã na Residencia do professor Mourão no seguinte endereço:
Rua Antonio Bento, 988 Itaperi.

Contamos com a presença de todos e se puderem colaborar com o almoço (CEIA), agradecemos.

Saudações literárias.
Marina Fernandes
85 8705 3887
marinamenestrel@hotmail.com

::::: DISSE ONÁRIO :::::

ABAÇAÍ

Tema da semana: Tema livre.

Na letra da música “Abaçaiado”, o grupo Teatro Mágico usa a palavra abaçaí, originária da mitologia tupi. Já no início da canção, a letra explica e inventa: “Na mitologia tupi, abaçaí é o nome de um espírito maligno que se apossa de um índio deixando-o enfurecido, logo quem está enfurecido, tá abaçaiado!”.

No dicionário

s. m. || (Bras.) gênio maléfico que, na mitologia tupi, perseguia os indígenas, enlouquecendo-os. F. tupi Aba(homem)+çaí (que espreita).

fonte: AULETE DIGITAL
= = = = =

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

::::: DISSE ONÁRIO :::::

PANTOMIMA


Tema da semana: Tema livre.

Pantomima (ou pantomina) é sinônimo de arte ou ato de expressão por meio de gestos e de mímica. O termo pode ser aplicado, figurativa e pejorativamente, como sinônimo de “paródia”, às vezes com o sentido de “embuste”, “enrolação”. Em sua última coluna escrita para a revista Veja, o jornalista Diogo Mainardi aplica o termo de forma metafórica para explicar a abdicação de seu espaço no periódico: “ Se agora eu passasse a zombar do dilmismo, que é uma mera pantomima do lulismo, eu me tornaria uma mera pantomima de mim mesmo”.

No dicionário

s. f. || arte de exprimir os sentimentos, as paixões, as ideias, por meio de gestos e atitudes, sem recorrer à palavra. || Representação teatral em que os atores se exprimem unicamente por meio de gesto: Já as duas praias estavam apinhadas de sombras humanas que pareciam representar uma pantomima. ( Xav. Marques , Sargento Pedro , c. 14, p. 108, ed. 1910.) || (Fig. e pop.) História para enganar. Cf.mimo2. F. gr. Pantomimos.

fonte: AULETE DIGITAL

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

::::: DISSE ONÁRIO :::::

MÓDICO

Tema da semana: Tema livre.

Se alguma mensagem publicitária oferece, por exemplo, passagens aéreas, carros, vinhos ou hospedagem a preços módicos, é porque o anunciante escolheu um jeito menos usual de dizer que seu produto é barato. Quem é módico em seus gastos é comedido, poupador. Dizer que uma empresa definiu metas módicas para o próximo semestre é o mesmo que dizer que suas metas são pouco ousadas. Módico é sinônimo de modesto, econômico, moderado.

No dicionário

(mó.di.co)

a.

1. Pequeno, reduzido, modesto ou que tem pouco valor (preços módicos); EXÍGUO [ antôn.: Antôn.: alto, grande. ]

2. Que é insignificante (módicos pertences); ESCASSO; PARCO [ antôn.: Antôn.: farto. ]

3. Que não excessivo ou exagerado (módica pretensão); COMEDIDO; MODERADO; MODESTO

4. Econômico, parcimonioso; MODERADO: módico nos gastos. [ antôn.: Antôn.: esbanjador. ]

[F.: Do lat. modicus, a, um. Ant. ger.: imódico. Hom./Par. modico (fl.modicar). Ideia de: mod -.]

fonte: AULETE DIGITAL

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

DISSE ONÁRIO

CEDIÇO

Tema da semana: Tema livre.

Derivado do latim sedere (estar sentado), o adjetivo cediço é sinônimo de “estagnado”. Também pode se referir àquilo que já está “batido”, que já se tornou trivial em função do uso repetido, que perdeu o viço e ficou ultrapassado. Exemplo: [Tornado cediço por sucessivas modas acadêmicas, o adjetivo “moderno” hoje parece esvaziado de todo o sentido (e pouco adianta tentar intensifica-lo com o prefixo “pós”) ] Revista Veja, edição 2195 ( 15 de dezembro de 2010), pág. 226

No dicionário

a.

1. Fig. Que é bem conhecido por muitos, ou por todos (história cediça).

2. Fig. Que não é ou não traz novidade, que não desperta interesse especial, por ser comum, ordinário;; CORRIQUEIRO; ROTINEIRO

3. P.ext. Que causa tédio; monótono, maçante

4. Fig. Que deixou de ser usado ou aceito; ANTIQUADO; ULTRAPASSADO

5. Estagnado, parado (água cediça).

6. P.ext. Que não está fresco; cujo gosto ou composição se alterou; que está apodrecendo

[F.: Posv. do espanhol cedizo.]

fonte: AULETE DIGITAL
= = = = =
Escarafunche o link AILCA, à esquerda desta página.

ACESSE AILCA
Sítio: www.academiaipuense.com
E-mails: academia.ipuense@gmail.com

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

AILCA - 5º aniversário

AILCA completa

quadro de acadêmicos

no seu 5º aniversário

Em bonita solenidade na Câmara Municipal de Ipu, a Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes (AILCA) comemorou o seu 5º aniversário de fundação e completou o seu quadro de acadêmicos titulares com a posse de duas acadêmicas: Maria de Lourdes Mozart Martins Moura e Maria Luíza Mourão, ocasião em que também tomou posse o conterrâneo Francisco de Assis Rodrigues Cordeiro, como acadêmico correspondente da AILCA, em Recife (PE). A cerimônia foi dia 14/01, e teve como mestre de cerimônia o acadêmico Ricardo Martins Aragão.

Novos Acadêmicos


Maria de Lourdes Mozart Martins Moura


Maria Luíza Mourão


Francisco de Assis Rodrigues Cordeiro

Compuseram a mesa de honra da cerimônia o presidente da AILCA, acadêmico Sebastião Valdemir Mourão; a presidente da Casa, vereadora Carmem Lúcia Pinto Martins; os acadêmicos Evander Uchôa Lopes e Henrique Augusto Pereira Pontes, respectivamente ex-presidente e presidente da Associação dos Filhos e Amigos de Ipu (AFAI); a acadêmica Natália Maria Viana Soares Lopes, representando o prefeito Sávio Pontes; os acadêmicos Wagner Martins de Paiva e Cláudio César Magalhães Martins, secretário-geral da AILCA, e, representando a sociedade ipuense, a conterrânea Maria Amélia Mesquita Pereira (Beinha).

O presidente da Academia Ipuense de Letras, Ciência e Artes, professor Valdemir Mourão, abriu os trabalhos anunciando e saudando o quinto aniversário de fundação da AILCA, seguindo-se o toque da música de Pixinquinha, pelo conjunto conterrâneo SaxTeto, após o que o acadêmico Cláudio César Magalhães Martins saudou as novas acadêmicas Lourdes Mozart, empossada na cadeira 35, e Malu Mourão, na cadeira 37, que têm como patronos, respectivamente, Antônio Augusto Rodrigues Marrocos e José Eusébio Néri de Sousa, bem como o acadêmico correspondente Francisco de Assis Rodrigues Cordeiro. Após a fala das duas acadêmicas, também falou o acadêmico Evander Uchoa Lopes e, representando o Grupo de Arte Antônio Bandeira, José Matias Costa, abrindo o 1º Festival Artístico-Cultural da AILCA. Finalmente, a Chuva de Poesias e o coquetel.

Homenagem às mulheres


Após seu discurso de posse na AILCA, a acadêmica Lourdes Mozart prestou homenagem às mulheres de Academia Brasileira de Letras (ABL) e da Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes. Deleitem-se as mulheres e os homens. Igualmente !

M U L H E R E S

De A a Z, são tantas mulheres

Nossa Raquel, a pioneira,

De O Quinze a Maria Moura

Sua obra é rica e imortal;

Ativista política, cronista

Seus livros foram queimados

Nos idos da era Vargas.

Deus lhe deu em abundância

Inteligência e sabedoria,

No entanto lhe negou a fé.

Zélia Gatai, Lygia, Dinah,

Ana Maria, Nélida, Cleonice

Algumas já se foram

Mas abriram as veredas

Para que na terra de Iracema

Tantas outras estivessem

Na Academia Ipuense de Letras,

Das Ciências e das Artes.

Joanna Paula, Lourdes Magalhães,

Ernestina, Valderez Soares,

Maria Assis, Ana Melo, Valdemira,

Foram sementes que germinaram

São lembradas com respeito

Pelo legado que deixaram.

Ana Lucila, Vanda, Carmita,

Natália, Maria das Graças, Conceição,

Eunice, Maria de Jesus, Sinhazita,

Ayla, Klaudiana, Aldânia, Graziella,

Luísa, Socorro, Efigênia, Ilda,

Agora são três Lourdes

Barbosa, Mozart e Catunda

Na união e nas diferenças

Vão ocupando seus espaços.

De uma costela foi feita a mulher

Criação sublime, perfeita,

Nela, a semente que se planta

É mistério que gera vida

Para o filho, ela é uma santa.

Mansas, guerreiras, poetas, escritoras,

Pegam nos pincéis ou nas vassouras

Com a mesma dignidade;

Tímidas, ousadas, solidárias,

Às vezes desvalorizadas

Procriam, criam, educam, acariciam,

Embalam seus filhos nos braços

Em noites mal dormidas.

Quando se esmeram na cozinha

Os elogios são parcos

Quando erram no tempero

As críticas são fartas

E ninguém entende a tal TPM

Preferem um buquê de flores

A serem chamadas de “minha patroa”.

Mulheres de muitos sorrisos,

E de muitas lágrimas

Nos acertos e desacertos

Caminham e se cansam

Mas não podem parar

São alicerces feitos na rocha

São vigas de sustentação.

Há uma fase na vida

Quando casam e têm filhos

Permeiam em muitas profissões

Babás, cozinheiras, enfermeiras,

Professoras, juízas, lavadeiras.

Se multiplicam, se dividem,

No amor e na sabedoria.

À noite chega com seus mistérios

Precisam estar felizes e sorridentes

Para a sua presa agarrar

Palavras amenas, benfazejos sussurros

Se misturam aos múltiplos carinhos;

Apenas mulher, sem razão, só emoção.

Se solta, se larga, se entrega

Em envolventes abraços

Se desnuda em sonhos e devaneios

A noite é sua e de seu bem

A felicidade da mulher,

É amar, é ser amada... também!

Festival artístico-cultural

No dia seguinte ao da solenidade de posse das acadêmicas Lourdes Mozat, Malu Mourão e do acadêmico correspondente Francisco de Assis Rodrigues Cordeiro (sábado, 15), a programação da AILCA foi de 9 às 12 e de 15 às 21 horas. Constou de exposição de pinturas, quadros, fotos, além da venda e exposição de livros de autores e coautores da terra de Iracema, como a REVISTA ACADÊMICA Nº 1 (Poesias e Prosas para o Ipu – 170 anos), e da agenda 2011 da Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes (AILCA), que, além do que contém uma agenda convencional, tem o calendário das reuniões da Diretoria Avançar de 2011, o quadro de diretores, a relação dos acadêmicos, seus patronos, acadêmicos correspondentes e um resumo do que mudou com o Acordo Ortográfico firmado pela Comunidade de Países de Língua Portuguesa.

Ethice Reverentia Dignitas

(Ética–Respeito–Dignidade)

João Pereira Mourão, diretor

de publicação e marketing da AILCA

Biênio 2010/2011

Veja outras fotos da academia no álbum AILCA, na seção Galeria de Fotos deste site.

REDAÇÃO

João Pereira Mourão

EDIÇÃO E PUBLICAÇÃO

Ricardo Aragão

APOIO TÉCNICO

Pedro Vasconcelos (Nungo)

REALIZAÇÃO

APOIO CULTURAL

Disse Honário

DILETANTE


Tema da semana: Tema livre.

Do italiano dilettare (deleitar, divertir), diletante refere-se à pessoa que exerce uma arte ou qualquer atividade por gosto e não por ofício ou obrigação. Um historiador já aposentado, por exemplo, pode continuar tocando pesquisas por puro prazer e interesse.

O adjetivo diletante, no entanto, não se aplica apenas a pessoas. Uma “leitura diletante” seria aquela que entretém e envolve o leitor, que dedica a ela o seu tempo livre, contrapondo-se à leitura pesada de obras impostas por algum currículo ou por alguma bibliografia. Pejorativamente, o termo diletante pode ser empregado como sinônimo de “amador”. Uma “opinião diletante” em um debate é uma opinião ingênua e rasa, que se contrapõe à opinião de um especialista.
- - -

No dicionário

(di.le.tan.te)

a2g.

1. Que exerce uma atividade por prazer, e não por obrigação (esp. no que se refere a arte e cultura).

2. Pej. Que manifesta atitude imatura, de amador, em questões de ordem intelectual ou espiritual.

3. Que é apreciador apaixonado de música.

s2g.

4. Pessoa diletante.

[F.: Do it. dilettante, part. pres. de dilettare, do lat. delectare.]

- - -

fonte: Aulete digital

domingo, 23 de janeiro de 2011

AILCA chama acadêmicos para lançar dois livros em 2011

///
A Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes (AILCA) vai lançar dois livros este ano (2011): A “Revista Acadêmica nº 2” comemorativa aos 171 anos de emancipação política do Ipu – idêntica à do ano passado -, e “As Vidas dos Patronos da AILCA” ou “História dos Patronos da AILCA” (títulos provisórios e ainda em estudo), com as biografias dos atuais 40 patronos da AILCA. Desde já, a avançada Academia Ipuense convida todos os acadêmicos a participarem destes importantes livros para o Ipu e para o povo Tabajara.

Cada acadêmico deverá entregar seus trabalhos digitados, os quais poderão constar de artigos, em qualquer modalidade e gênero. Só podem participar acadêmicos, acadêmicos correspondentes da AILCA e escritores convidados.

Por outro lado, a Diretoria Avançar está convidando os acadêmicos titulares da Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes (AILCA), a providenciarem, com urgência e digitada, a biografia do seu patrono ou patronesse, completas e com fotos digitais (se as tiver), para a edição do livro “As Vidas dos Patronos da AILCA”. O material deve ser enviado em CD, para os acadêmicos coordenadores: Sebastião Valdemir Mourão, João Pereira Mourão e José Airton Pereira Soares, ou ainda através do correio eletrônico academia.ipuense@gmail.com

As duas obras serão publicadas de forma profissional, com registro no ISBN, código de barras e depósito na Biblioteca Nacional, além de distribuição para todo Brasil.

PARTICIPAÇÃO DOS ACADÊMICOS

Os acadêmicos titulares e os correspondentes poderão participar da Revista Acadêmica Nº 2 (Poesias e Prosas para o Ipu – 171 anos), com quantas páginas quiser e puder pagar, conforme as seguintes condições:

a) O acadêmico deverá estar quite com a Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes ou débito negociado até 31 de maio/2011.
b) Cada folha A4 deverá corresponder a duas páginas da Revista Acadêmica, letra Times New Roman ou Arial, tamanho 12, espaço 1.5, máximo de 30 linhas.
c) Cada folha do livro, 30 linhas (uma folha A4), custará 70 reais, que poderão ser pagos à vista, no ato da entrega dos originais em CD ou por e-mail, ou parcelado conforme abaixo.
d) O pagamento por folha poderá ser parcelado da seguinte forma: 1+1 de 35 reais; ou 1+2 de 25 reais; ou 1+ 3 de 20 reais, de tal forma que seja quitado até 30 de julho deste ano (2011).
e) O acadêmico participante receberá, sem ônus, 15 livros por cada folha que publicar e poderá vendê-los para compensar seu dinheiro na participação da obra.
f) O restante dos livros será vendido pelos membros para ajudar à AILCA.
g) Todo acadêmico que participar da Revista Acadêmica nº 2 terá direito a publicar matéria gratuita no livro “As Vidas dos Patronos da AILCA”, na mesma quantidade de folhas que pagar para participar da revista e receberá cinco livros, sem ônus. Ou seja: 15 revistas, mais 5 livros com as biografias dos patronos.
h) O acadêmico deverá confirmar sua participação até 31 de maio deste ano (2011). Após esta data, só serão recebidos trabalhos se o livro ainda não tiver sido enviado à editora.

PARTICIPAÇÃO DE NÃO ACADÊMICOS

O escritor não acadêmico, convidado a participar da Revista Acadêmica nº 2, deverá possuir alguma relação com o Ipu ou com um acadêmico da Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes (AILCA), e estará sujeito às mesmas normas, condições e direitos, tanto de pagamento quanto de recebimento da Revista Acadêmica nº 2, conforme explicado acima aos acadêmicos e acadêmicos correspondentes. Mãos à obra e à imortalidade literária!

Ethice Reverentia Dignitas
(Ética–Respeito–Dignidade)

João Pereira Mourão, diretor

de publicação e marketing da AILCA
Biênio 2010/2011

sábado, 22 de janeiro de 2011

PRESUNÇÃO - Palavra do dia

Tema da semana: Tragédia climática.

Alguns dos problemas que os atingidos pelas tragédia da região serrana do Rio estão tendo de enfrentar são de ordem burocrática. Em alguns casos, parentes estão desaparecidos há muitos dias, sem que os corpos tenham sido encontrados. Para que seja emitida a certidão de óbito, faz-se primeiramente necessária uma declaração de morte presumida, ou seja, de morte que se supõe verdadeira por conta de indícios e até que se prove o contrário.

A declaração de morte por presunção apenas pode ser requerida depois de esgotadas as buscas e averiguações e só pode ser declarada se houver evidências e provas circunstanciais de que o desaparecido estava em perigo de vida.
- - -
No dicionário

(pre.sun.ção)

sf.

1. Ação ou resultado de presumir(-se)

2. Suposição da verdade ou validade de algo com base em sua aparência, em experiência anterior etc.: Seu comportamento justificava a presunção de que mentia.

3. Convicção, ger. infundada ou exagerada, de suas próprias qualidades; AFETAÇÃO; PRETENSÃO; VAIDADE: "Ratapulgo, o Bugubú, prezava-se. Inventara para si uma altura, apoiava-se numa presunção de arrogância." (João Guimarães Rosa, Estas estórias))

4. Demonstração clara dessa convicção; VAIDADE; IMODÉSTIA; PRETENSÃO

5. Jur. O que se supõe verdadeiro até prova em contrário ou, em certos casos, mesmo que esta exista; conjectura tirada de indícios: julgar por presunção.

[Pl.: -ções.]

[F.: Do lat. praesumptio,onis.

fonte: AULETE DIGITAL

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

SUBMERGIR - A palavra do dia do Aulete digital

Tema da semana: Tragédia climática.

Submergir é o mesmo que passar a ficar debaixo d'água. As fortes chuvas de início de ano submergiram muitas cidades pelo Brasil. Carvalhos, em Minas Gerais, e Franco da Rocha, em São Paulo, são dois exemplos de cidades que submergiram devido aos temporais.
- - -
No dicionário

(sub.mer.gir)

v.

1. Fazer ficar debaixo d'água; INUNDAR [td. : O temporal submergiu a cidade.]

2. Fazer que vá, ou ir, ao fundo da água; AFUNDAR [td. : O maremoto submergiu o navio] [int. : O barco submergiu.: Na batalha, as fragatas submergiram -se]

3. Ocultar-se atrás de (algo). [int. : A Lua submergiu na massa de nuvens.]

4. Dominar, ocupar o espírito de (alguém). [td. : O acúmulo de obrigações submergiu o rapaz.]

[F.: Do v.lat. submergere. Possui dois particípios: submergido, para os tempos compostos, e submerso, para os demais empregos.]

Escarafunche o link AILCA, à esquerda desta página.

ACESSE AILCA
Sítio: www.academiaipuense.com
E-mails: academia.ipuense@gmail.com

CURRÍCULO - A Palavra do Dia do Aulete Digital

///

A palavra currículo remete, num primeiro momento, à forma abreviada e aportuguesada da expressão curriculum vitae (conjunto de dados concernentes a quem se candidata a um emprego).

No contexto da educação, porém, currículo é o conjunto dos conteúdos fundamentais de uma disciplina ou de um curso. Os currículos das escolas brasileiras, por exemplo, seguem parâmetros nacionais (PCNs), instrumentos importantes para a garantia de um padrão mínimo de qualidade em todo o sistema educacional.

NO DICIONÁRIO

currículo1 (cur.ri.cu.lo)
sm.
1. Ato de correr; CORRIDA; CURSO
2. Pequeno atalho, desvio de caminho
3. Bras. O conjunto das matérias de um curso: currículo de medicina: currículo do ensino fundamental.
[F.: Do lat. curric u lum, i, 'ato de correr'; 'carreira'; 'local onde se corre'.]

currículo2 (cur.rí.cu.lo)
1. Ver curriculum vitae.
[F.: F. red. e adaptada de curriculum vitae.]

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

CATACLISMO – A Palavra do Dia do Aulete Digital

///
A origem deste termo está na palavra grega KATAKLYSMÓS, substantivo derivado do verbo KATAKLÍZEN, que significa inundar, fazer desaparecer por inundação.

Todavia, o sentido dessa palavra se estendeu e também tem sido muito empregada para denotar qualquer tipo de alteração geológica muito brusca, significando, assim, hecatombe, catástrofe, flagelo.

O termo cataclismo, portanto, não poderia ser mais preciso para designar o que se passou na semana passada na região serrana da cidade do Rio de Janeiro.

NO DICIONÁRIO

cataclismo
s. m. || grande inundação, dilúvio. || (Geol.) Grande revolução por que passaria a Terra, e que lhe modificaria a superfície, qualquer que fosse a causa primordial. V. catastrofismo. || (Fig.) Desastre e principalmente grande revolução que altera profundamente a organização de um estado, de uma sociedade. F. gr. Kataklysmos.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A PALAVRA DO DIA DO AULETE DIGITAL

REITERAR

Tema da semana: Posse política.

Quando voltamos a afirmar algo dito anteriormente, nós o estamos “reiterando”. Durante o horário político, os candidatos costumam falar sobre seus projetos de governo. É esperado pela população que, a partir do dia da posse, o candidato eleito reitere as ideias defendidas ao longo de sua campanha.

Podemos observar a aplicação do verbo reiterar na seguinte fala da presidente Dilma Rousseff, proferida durante o discurso de posse no Congresso Nacional: ''Reitero meu compromisso de agir no combate às drogas, em especial ao avanço do crack, que desintegra nossa juventude e infelicita as famílias."


NO DICIONÁRIO

(re.i.te.rar)

v.

1. Dizer ou fazer de novo; iterar. [td. : Reiterou a posição assumida.] [tdi. + a : Reiterou à amada o juramento da véspera.]

[F.: Do v.lat. reiterare. Hom./Par.: reiteráveis (fl.), reiteráveis (pl. de reiterável (a2g.).]

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O VOCABULÁRIO DOS CURRÍCULOS

Ano 11 - nº 533 - 13/01/2010
CONSULTEXTO

A rede social LinkedIn fez, recentemente, um levantamento das palavras mais usadas nos currículos em vários países.

No Brasil, os termos e as expressões mais utilizados pelos profissionais foram: dinâmico, ampla experiência, inovador, motivado e proativo, o que significa que viraram lugares-comuns.

Obviamente, a redação de um currículo — que deve ser sóbria e objetiva — não deixa muita margem à inovação. No entanto, é possível caprichar, usando outras palavras menos comuns e, é claro, atentando para a ortografia, pois erros grosseiros sempre ferem a etiqueta profissional.

Fonte: http://colunas.epoca.globo.com/trabalhoevida, acessado em 15/12/2010.

Palavra do dia do AULETE DIGITAL

AQUICULTURA

Tema da semana: Posse política.

Aquicultura é sinônimo de criação de animais aquáticos, como peixes e frutos do mar. Ideli Salvatti, recém nomeada ministra da Pesca e Aquicultura, demonstrou, em seu discurso de posse, a intenção de aumentar o consumo de pescado no Brasil. Disse ainda que o ministério pretende incluir o peixe na merenda escolar e equiparar a produção de pescado à da agricultura. Salvatti lamentou,no entanto, o fato de a verba para investir na aquicultura ainda ser pequena.


No dicionário

sf.

1. Tec. Atividade técnico-científica-econômica destinada à criação de seres vivos aquáticos (peixes, crustáceos, algas etc.), com o objetivo de aumentar a produtividade dos ambientes em que vivem.


[F.: aqu (i)- + -cultura.]

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

ACADEMIA - A Palavra do Dia do Aulete Digital

///
Além de ser um lugar onde costuma-se praticar exercícios físicos, academia também se refere a instituições de ensino superior.

Esse ambiente de estudos e seus professores, coordenadores, alunos e burocracias, dentre outros personagens, formam o chamado “meio acadêmico”.

ORIGEM

A academia original (akadémeia) foi o jardim no qual Platão fundou sua escola de filosofia, mas o termo passou a designar toda instituição de ensino superior, ou que congrega luminares da ciência, das artes, da filosofia etc. Muitas academias tornaram-se famosas através de tempos e lugares, nas várias áreas de sua atuação.

Entre as academias de letras, tornou-se paradigmática a Académie Française, cujo modelo inspirou a Academia Brasileira de Letras, fundada em 1896. Esta tem 40 cadeiras, ocupadas por 40 membros efetivos perpétuos (no mínimo 25 devem morar na cidade que sedia a Academia, o Rio de Janeiro), sendo cada novo membro eleito pelos acadêmicos para ocupar uma cadeira vazia devido ao falecimento do último titular. Há ainda 20 membros estrangeiros correspondentes.


NO DICIONÁRIO

(a.ca.de.mi.a)
sf.
1. Estabelecimento em que se oferecem aulas de ginástica, ou onde se praticam esportes, lutas, danças etc. [Tb. academia de ginástica.]
2. Sociedade de caráter literário, artístico ou científico: Academia de Ciências de Lisboa. [Nesta acp., a inicial é ger. maiúsc.]
3. Bras. A Academia Brasileira de Letras: Aquele escritor que entrou para a Academia mês passado.
4. Prédio em que funciona essa sociedade
5. O conjunto de membros de uma sociedade desse tipo: A academia ficou indignada com as críticas
6. Estabelecimento de ensino, ger. superior; FACULDADE; UNIVERSIDADE
7. Conjunto dos alunos desse estabelecimento
8. Fil. A escola de Platão e, por analogia, a de qualquer filósofo
9. RN Lud. O mesmo que amarelinha
[F.: Do top. gr. Akadê meia ou Acadé mía, 'jardim de Academo (herói grego), onde Platão ensinava filosofia. Hom./Par.: acadêmia (sf.)]


ACESSE AILCA

Sítio: http://www.academiaipuense.com/
E-mails: academia.ipuense@gmail.com
///

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Oswald de Andrade

fonte: portal uol

Flip anuncia primeiros nomes e homenagem ao modernista Oswald de Andrade

Da Redação
  • O escritor modernista Oswald de Andrade será o homenageado da Flip 2011

    O escritor modernista Oswald de Andrade será o homenageado da Flip 2011

O escritor, poeta e ensaísta modernista Oswald de Andrade (1890-1954), que completaria 121 anos nesta terça-feira (11), será o homenageado da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) de 2011, que ocorre entre 6 a 10 de julho. Ele sucede, assim, o sociólogo Gilberto Freyre, homenageado no ano passado.

A Flip também anunciou a participação de dois convidados: David Remnick, editor da revista "The New Yorker", e o escritor argentino Andrés Neuman.

A trajetória e o alcance da obra de Oswald de Andrade na formação da literatura brasileira devem servir de base para os eventos dedicados ao escritor na festa literária.

Protagonista da Semana de Arte Moderna de 1922, autor do "Manifesto da Poesia Pau-Brasil" (1924) e do "Manifesto Antropófago" (1928), Oswald de Andrade introduziu a prosa experimental no Brasil, com "Memórias Sentimentais de João Miramar" (1924), e assinou um dos primeiros livros da poesia modernista, "Pau-Brasil (1925)".

A Flip deste ano terá também novo curador, o crítico literário e jornalista Manuel da Costa Pinto, que assumiu em outubro passado o posto de Flávio Moura.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

ALFABETIZAR - A Palavra do Dia do Aulete Digital

///
A palavra alfabeto (conjunto de sinais gráficos usados para representar palavras) é formada a partir das palavras alfa e beta, a primeira e a segunda letra do alfabeto grego, respectivamente. Normalmente, para que um indivíduo adquira e desenvolva a capacidade de fazer uso da representação gráfica das palavras – leitura e escrita – é necessário o trabalho de um alfabetizador.

Paulo Freire, importante educador brasileiro, desenvolveu uma abordagem diferente daquela por muito tempo usada para alfabetizar adultos. Freire partia de palavras/temas geradores, isto é, vocábulos pertencentes ao cotidiano e à experiência dos alfabetizandos. Por exemplo, se o alunado fosse em sua maioria de trabalhadores rurais, as palavras geradoras poderiam ser 'terra', 'pá', 'adubo' etc.

ACESSE AILCA:
///

IPU ACOLHE FESTIVAL DA AILCA NA CASA DO POVO


Dias 14 e 15 deste mês (janeiro) a Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes (AILCA) fará acontecer, na Câmara Municipal do Ipu - Av. Ver. Francisco das Chagas Farias, 1109, Centro –, a solenidade comemorativa do seu 5º aniversário de fundação, de posse das acadêmicas Maria de Lourdes Mozart Martins Moura (cadeira nº 35), e Maria Luiza Mourão (cadeira nº 37), bem como de realização do seu 1º Festival Artístico-Cultural.


As dependências da Câmara Municipal à realização destes eventos da AILCA foram gentilmente cedidas pela presidente da Casa do Povo, vereadora Carmem Lúcia Pinto Martins.


PROGRAMAÇÃO DO DIA 14


A cerimônia de sexta-feira (14) requer traje exporte fino e uso do COLAR pelos acadêmicos. Ela terá início às 20 horas e 30 minutos devendo constar de recepção dos convidados, composição da mesa pelo acadêmico mestre de cerimônia, Ricardo Martins Aragão; abertura do evento pelo presidente da AILCA, acadêmico Sebastião Valdemir Mourão; posse das acadêmicas Maria de Lourdes Mozart e Maria Luísa Mourão, com a palavra de saudação do acadêmico João Martins de Souza Torres e das acadêmicas empossadas; abertura do 1º Festival Artístico-Cultural, com a palavra de José Matias Costa, representando o Grupo de Arte Antônio Bandeira; e encerramento da solenidade com a Chuva de Poesias e coquetel aos presentes.


PROGRAMAÇÃO DO DIA 15


Sábado (15), a programação da AILCA será nos horários de 9 às 12 e de 15 às 21 horas. Vai constar de exposição de pinturas, quadros, fotos, músicas de ipuenses, além da venda e exposição de livros de autores e coautores da terra de Iracema, como a REVISTA ACADÊMICA Nº 1 (Poesias e Prosas para o Ipu – 170 anos), e da agenda 2011 da Academia Ipuense de Letras, Ciências e Artes (AILCA), que, além do que contém uma agenda convencional, traz o calendário das reuniões da Diretoria Avançar de 2011, o quadro de diretores, a relação dos acadêmicos, seus patronos, acadêmicos correspondentes e um resumo do que mudou com o Acordo Ortográfico firmado pela Comunidade de Países de Língua Portuguesa.



EXPOSITORES


As pinturas são dos artistas plásticos Percília Lais Mourão, Maria de Jesus Viana Belém, Maria Tereza Holanda Soares, Maria das Graças Holanda Soares. Natália Maria Viana Soares Lopes, Maria de Lourdes Oliveira Frota, Ana Lucila Aires Martins, Maria do Carmo Cavalcante Aragão Magalhães, Maria Gorete Borges, José Matias Costa, Luiza de Marilac Rodrigues Martins, Raimundo Alves de Araújo, José Cardoso de Sousa, Rosângela, Samuel, Isabel e Jesuína, mais as pinturas de ipuenses proprietários de quadros, Sebastião Valdemir Mourão e Natália Maria Viana Soares Lopes.

E para o 1º Festival Artístico-Cultural ficar completo, além da exposição dos quadros, músicas e livros, terá também uma de fotos dos ipuenses Paulo Soares, Maria das Graças Aires e Francisco de Assis Martins (Prof. Francisco Melo).


Ethice Reverentia Dignitas
(Ética–Respeito–Dignidade)

João Pereira Mourão, diretor
de publicação e marketing da AILCA
Biênio 2010/2011

domingo, 9 de janeiro de 2011

HIPNOPEDIA - A Palavra do Dia do Aulete Digital


///
Do grego hýpnos, o prefixo -hipn(o) significa “sono” (como em hipnose e hipoanalgésico). Já o sufixo - pédia é referente à educação, ao conjunto de conhecimentos (como em enciclopédia).

A palavra hipnopedia (pronuncia-se “hipnopédia”), portanto, se refere ao método de aprendizagem que parte do princípio de que os indivíduos absorvem informações mesmo durante o sono. Também conhecido como sleep-learning, o método normalmente consiste no uso de sons gravados aos quais o aprendiz é exposto enquanto dorm

ACESSE AILCA:
Sítio: http://www.academiaipuense.com/
E-mails: academia.ipuense@gmail.com
///

reFLEXÕES - Não Tenhas Medo do Passado

Não tenhas medo do passado. Se as pessoas te disserem que ele é irrevogável, não acredites nelas. O passado, o presente e o futuro não são mais do que um momento na perspectiva de Deus, a perspectiva na qual deveríamos tentar viver. O tempo e o espaço, a sucessão e a extensão, são meras condições acidentais do pensamento. A imaginação pode transcendê-las, e mais, numa esfera livre de existências ideais. Também as coisas são na sua essência aquilo em que decidimos torná-las. Uma coisa é segundo o modo como olhamos para ela.

Oscar Wilde, in 'De Profundis'

>>> Ler Mais Reflexões deste Autor Classificado no(s) Tema(s):
1. Medo

2. Passado
fonte: CITADOR

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

CONVITE

A ACADEMIA IPUENSE DE LETRAS, CIÊNCIAS E ARTES (AILCA)
convida V.Sa. e família para os seguintes eventos:

I – Comemoração do 5º aniversário da AILCA;
II – Posse das acadêmicas Lourdes Mozart e Malu Mourão;
III – 1º Festival Artístico-Cultural da AILCA: exposição de pinturas,
fotos, livros, agendas da academia e músicas de artistas ipuenses;
IV – Chuva de poesias.

LOCAL: Câmara Municipal de Ipu;
DIA 14 de janeiro de 2011 – Sexta-feira;
HORA: 20h30min (faremos todo possível para começar na hora);

DIA 15 de janeiro de 2011 – Sábado de 9h as 12h e 15h as 21h;
TRAJE: Esporte fino. A ocasião requer uso do COLAR pelos acadêmicos.

Na ocasião do dia 14, será servido um coquetel.